Mitos & Verdades

Sobre exames de imagem e saúde das mamas

Informação de qualidade é uma das principais aliadas da prevenção. Reunimos algumas das dúvidas mais comuns sobre exames de imagem e fatores relacionados à saúde das mamas.

Será que você sabia de tudo isso?

MITO
VERDADE
MITO

Mamografia causa câncer?

A mamografia utiliza uma dose muito baixa de radiação, considerada segura e controlada. O benefício do exame — que permite identificar alterações precocemente — é muito maior do que qualquer risco associado à radiação.

MITO

Desodorante causa câncer de mama?

Não há comprovação científica de que o uso de desodorantes ou antitranspirantes cause câncer de mama. Essa associação é um dos mitos mais difundidos, mas não tem base em evidências médicas.

MITO

Sutiã com aro causa câncer?

O uso de sutiãs com aro ou mais justos não está relacionado ao desenvolvimento de câncer de mama. O câncer está ligado a fatores genéticos, hormonais e de estilo de vida — não ao tipo de vestuário.

MITO

Mamografia pode romper a prótese de silicone?

A mamografia é realizada por profissionais treinados e com técnica adequada para pacientes com prótese mamária. A compressão é controlada e segura, não causando rompimento do silicone. Sempre informe ao técnico sobre a presença de prótese antes do exame.

MITO (quando usado de forma adequada)

Raio-X causa câncer?

Exames de imagem que utilizam radiação, como raio-X e mamografia, seguem protocolos rigorosos de segurança e utilizam doses muito baixas. Quando indicados corretamente, são seguros e fundamentais para diagnósticos precoces.

MITO

Mamografia causa câncer de tireoide?

Durante a mamografia, a radiação é direcionada às mamas e a exposição à região da tireoide é mínima e controlada. Não há evidências de que o exame aumente o risco de câncer de tireoide.

VERDADE

Mamografia para quem tem prótese é diferente?

Mulheres com prótese mamária também devem realizar mamografia regularmente. O exame é adaptado com técnicas específicas e incidências adicionais para melhor visualização do tecido mamário, garantindo um rastreamento eficaz e seguro.

Buscar informação confiável é o primeiro passo do autocuidado.

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